sábado, 4 de fevereiro de 2017

4 de Fevereiro de 1935 – O Brasil restaura o Reino da Occitania

O Brasil invadiu a Europa em janeiro e fevereiro deste ano, uma invasão anfíbia só possibilitada pelos submarinos de grande calado, e que se baseou em um ataque com duas pontas: uma força tomava Portugal [esta, devido a algumas falhas de comunicação, desembarcou alguns dias antes]. Outra chegou aqui.

- Ele é quem mesmo?

- René Nelly, meu General. Será o Presidente do Novo País. É amigo.
- Hum. E como se chama essa cidade?

- Carcassonne, meu General.

- Carca...

- Carcassonne, meu General.

- Eles vivem assim mesmo?

Cipriano Adamastor IV [general e homem de ilustre família] tinha poucas ideias, porém claras. A primeira: o Brasil era o maior país do mundo. A segunda: militares servem para fazer guerra, não tratados. A terceira: cidades como aquela, cheias de castelos medievais, não pareciam boas de se viver.

Malgrado isso, o comandante da Força de Assalto do Ramo Oeste [a invasão pelo sul da França] à frente de 73 blindados anfíbios de tecnologia secreta e brasileiríssima chegava à capital simbólica do Reino da Occitania.

Oficialmente os brasileiros vinham como libertadores, não como invasores. Tinham feito um acordo com certo Movimento de Restauração da Civilização da Occitania, o que quer que isso fosse, na verdade significando o Sul da França. E aqui estavam os brasileiros, para assinar o tratado de Paz e Amizade com esse novo país.


Nesse dia, a França deixava de existir. Surgia a República da Comunidade da Occitania. O Brasil dava mais um passo no sentido da dominação mundial.

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