quarta-feira, 1 de março de 2017

1 de Março de 1904 – Os muitos Passados dos Neo-Agadés

Das dezessete versões sobre a origem dos Eskualdualks ou Neo-Agadés, apenas duas ganharam o selo de alguma verossimilhança. De fato, pouco se sabe sobre a pequena comunidade espremida entre as bordas de dois impérios lá entre os séculos XVI e XVII. E isso [ao contrário do que se poderia adivinhar] não se deve a uma falta de fontes, papéis rasgados, etc., mas a um excesso delas. De fato, os historiadores beiram a esquizofrenia diante dos Completos Registros de Reis, encontrados ao lado e outros papéis atestando que os Agadés eram uma República; das lamentações sobre cruéis batalhas que, segundo pedras comemorativas logo ao lado, nunca existiram.

A origem de tal povo [é claro] também não poderiam deixar de ser objeto de relatos conflitantes. Nada menos que 89 papiros foram encontrados afirmando que vieram de algum lugar do Norte da atual Espanha, em canoas de caniços amarrados. E essa era a versão geralmente aceita, até que escavações desenterraram 139 outros, narrando com detalhes uma origem do centro do Deserto do Saara, do qual teriam vindo em algum canto dos barcos dos Azginya, posteriores fundadores do Reino Azkidi que dominou quase todo o Norte do País.

E sobre as razões de tal conduta maluca, há também duas versões. A primeira era que os Agadés primavam pelo reconhecimento do acaso como rei da vida, e tiravam a sorte para tudo, inclusive para o seu passado, que mudavam constantemente.

A segunda versão era que eram grandes gozadores, e fizeram essas versões contraditórias só para tirar sarro com a cara de nós, seus pósteros.

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